Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Sobram jogos... faltam bons jogos

RPG nosso de cada dia

Esse tentando dar uma linguada no ouvido da garota é o Max

Da esquerda para a direita: Alberto, Márcio, Paula, Max e Eu

 

Um rapazinho chamado Max, disse uma injúria quando viu o meu post sobre Killer Instinct: "Que joguinho torto, que gráfico feio, que combo sem graça". A minha vontade na hora, foi dar-lhe uma banda e finalizar com um Mata-Leão, mas depois de levar em consideração às circunstâncias, resolvi perdoá-lo e poupar-lhe a vergonha. Também tem o caso dele ser apenas um garoto novo, que está acostumado com estes joguinhos modernos e sem graça.

 

O caso é que esta nova geração de gamemaníacos, não sabem realmente o que é se divertir com um bom jogo eletrônico, eles só estão acostumados com gráficos fodônicos e músicas humilhantes, mas o quesito diversão realmente caiu muito. Não estou dizendo que os consoles de nova geração são ruins, até mesmo por quê não é verdade, eles são bons até demais; e é aí que mora o problema. Tomemos como base o playstation 2, se compararmos com os consoles antigos levando em conta seus processadores de 16mb, veremos que os novos estão bem abaixo de seus antepassados.

 

Para que fique bem entendido, posso exemplificar: Se dividirmos os jogos em categorias e fizermos a comparação, notaremos que a quantidade de jogos antigos que viraram verdadeiras lendas no passado é enorme, e posso citar alguns, tomando como base apenas o Super Nintendo para não arrasar demais: Super Mário World; Donkey Kong Country 1, 2 e 3; Super Metroid; A Lenda de Zelda; Super Mário Kart; Final Fantasy 6; Crono Trigger; Breath of Fire 1 e 2; Super Mário RPG; International Superstar Soccer; Ogre Batle; Street Figther; Mortal Kombat; Killer Instinct; Final Figth e muitos outros. Se eu continuasse, a lista seria enorme mas não é preciso, por quê a lista do play 2 é muito mais modesta, vejamos: God of War; ... bem segundo eu lembro, o único jogo que realmente fez história no play 2 foi esse, eu também poderia citar o excelente Guitar Hero e mais nenhum que eu lembre. Não estou afirmando que não existem bons jogos para o console, mas não passa disso, apenas bons jogos, agora jogos que realmente te empolgam a ponto de madrugar jogando que nem um louco sem comer ou ir ao banheiro durante horas, como acontecia antigamente, sinceramente se houvesse uns vinte jogos nesse padrão eu já me daria por satisfeito.

 

Mas há uma coisa em que esses games novos superam os antigos: quantidades de jogos ruins. Quando passo no mercado (lê-se camelódromo), noto uma quantidade absurda de jogos diferentes, acho que cada filme de ação lançado nos últimos 5 anos teve pelo menos duas versões para vídeo-game. Porém, se verificar-mos quais que realmente são jogados, notaremos que a massa sempre se prende aos mesmos, o que deve dar uma média de 20% do total de títulos lançados, ou seja, tem muita quantidade com pouca qualidade. A maioria dos joguinhos novos parecem que foram feitos para serem locados e não colecionados, pois, as pessoas compram, terminam o jogo em algumas horas e voltam para trocá-lo por um melhor, na esperança de encontrar um melhor.

 

Esse ponto também incomoda bastante, o nível de desafio dos games anda ridículo, com poucas excessões. Lembro que quando jogava o RPG do Jonatas Santiago (um dos irmãos Santiago), na casa do Max, quando cheguei, a conversa estava nesse ponto: "Peguei um jogo novo, Van Helsing. O Alberto deu um pulo rápido por aqui, zerou o jogo e já foi...". Eu fiz aquela expressão bovina de quem não está entendendo nada e exclamei: "Tá né...". Pombas! Como assim ele zerou o jogo em uma tarde, na minha época para terminar o jogo exigia-se muitos dias de prática, treinamento e concentração. Outro caso muito interessante, foi ainda na época do play 1, estava eu conversando com minha ex-namorada, quando ela me disse que passara a noite na casa de seu tio e ficou acordada jogando video-game, ela disse:"Joguei vários jogos, um pouco disso alguma coisa daquilo, virei o Tarzã e...", também fiquei sem entender essa (tá certo que é o joguinho do Tarzã, não dá para se esperar muita coisa mesmo, mas mesmo assim tava demais). Bom era a época dos 16bits onde para virar um jogo de aventura, era nescessário muitos dias de trabalho, e isso era o que realmente empolgava, a expectativa da diversão e não gráficos fodônicos e trilhas sonoras esculachantes, apesar de que se o jogo puder reunir tudo isso, melhor...

 

Conclusão, é óbvio que a Sony tem a idéia de que quantidade de jogos é o que importa, até mesmo porque, pelo menos no Brasil, ela não ganha dinheiro vendendo jogos e sim consoles, então o investimento nos jogos não é tão grande assim, o importante é que saiam a maior quantidade possível, para que os jogadores tenham o que zerar todos os 365 dias do ano. É claro que eu tenho consciência de que ainda são lançados jogos muito bons, mas a porcentagem deles comparando com o todo, é insignificante. É lógico que às plataformas antigas também tinham jogos ruins (e como tinham), mas a média era mais ou menos equivalente, para cada dez jogos que eu testava, uns três eram fraquinhos e uns dois eram verdadeiros lixos; agora para cada dez jogos testados, cinco são abusivos de tão ruins e uns três são tão bobinhos, que não pagam nem a mídia usada na gravação, um deles é jogável e o que sobrou realmente prende a atenção.

Como esse post foi uma pequena análise de jogos e consoles, além de uma crítica às pessoas que apenas olham os gráficos na hora de jogarem (e são muitos), vou aproveitar para disponibilisar mais quatro músicas do CD do Killer Instinct, como tributo a esse jogo que apesar de antigo, continua sendo um dos meus preferidos do gênero pancadaria. E só acha os gráficos do Killer feios, quem não os observa direito; na época eles revolucionaram os consoles caseiros, pois eram feitos com uma tecnologia inovadora da Nintendo: ACM se não me engano, ela permitia que os jogos dos cartuchos chegassem a 32mb, o que era incrível. É por isso que quem jogava naquela época sabe muito bem que, quando o Killer é colocado na sua velocidade máxima, os personagens tornam-se mais rápidos que o próprio Yori encorporado do King of Figthers 97.

Tá aí, mais músicas para download, se você fez backup da licença no outro post, não vai precisar baixá-la agora, caso o contrário terá de pegá-le de novo, mas não demora nem um segundo, é só clicar. 

Boa diversão!!!

It's A Jungle

Do it Now!

Full-bore

The Instinct

 

Como o Sapo estava ao postar: Saudades de outrora
O que o Sapo pensava enquanto postava: Snes é o melhor
Publicado pelo Sapo mesmo: Sapo às 22:00
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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Invasão & Odisséia

Darigazz, o Ígneo

Darigazz, um dos cinco dragões lendários de invasão
Já faz um tempinho que eu não posto sobre a história de Magic, na verdade eu estava tentando conseguir uma continuação sequêncial para postar, sem cortes; infelizmente não consegui. A próxima parte da história realmente relevante que achei, é sobre a segunda expansão do bloco de Odisséia: Tormento, infelizmente essa edição é um pouco mais avançada cronológicamente e fica difícil de entender o final da história do legado (o pouco que eu sei, foi devido as inscrições dos textos nas próprias cartas).
De qualquer maneira, tenho um resquício de história sobre o final da aventura do Legado que termina em apocalípse, que é a última expansão do bloco de Invasão e o início da aventura seguinte, na excelente coleção Odisséia. Vou postar esses fragmentos agora e no próximo eu continuo com uma parte maior sobre Tormento.
 
                 Invasão

          A invasão Phyrexiana a Dominária começa nesta coleção. As forças de Yawgmoth, deus das trevas, assolam Dominária com seus horrores metálicos e epidemias de vírus. Depois que todas as coisas vivas em Dominária serem reduzidas a seus componentes básicos e reconstruídas como escravos leais; Yawgmoth usa o planeta conquistado como sua nova base de operações para expandir sua influência maligna e ameaçar toda a vida do multiverso.
           O planinauta Urza, porém, esteve se preparando para o retorno de Yawgmoth durante quase tanto tempo quanto o próprio deus das trevas. Contando com seu próprio poder mágico e suas consideráveis habilidades como projetista e construtor, Urza elaborou uma contra-estratégia complexa e reuniu um exército global de monstros mágicos e nações humanas, convocando também Gerrard e a tripulação do navio voador Bons Ventos.
          Os combatentes estão todos reunidos e a espera terminou. Se Urza não for capaz de conduzir Dominária em uma resposta unificada contra a ameaça Phyrexiana, o planeta e todas as formas de vida que o habitam serão esmagados sob o peso das forças de Yawgmoth.
 

 Odisséia
Triller de Odisséia
Feito pela Wizards
(e postado em todos os grandes sites por eu mesmo)
para a divulgação da coleção,
algum tempo antes do lançamento oficial.
 
 
 
A invasão phyrexiana acabou há 100 anos. Em Otaria, um continente isolado de Dominária, descendentes dos poucos sobreviventes, junto com novas raças híbridas, começam a recolher os escombros em meio às ruínas. Os anões esforçam-se na reconstrução. Os nantukos, uma raça inteligente de homens-mantídeo, cooperam com os centauros e com os druidas para sobreviverem à hostil floresta de Krosa. Os avianos, homens-pássaros determinados a trazer ordem a um mundo caótico, aliam-se aos nômades residentes do deserto para favorecer a civilização, algo pelo que os bárbaros das Montanhas Párdicas não têm interesse. Os polvolídeos cefálidas dominam os mares enquanto conspiram para inundar o mundo. E a sinistra Cabala faz de tudo para aumentar seu poder.
A única coisa que une os otarianos é uma nova forma brutal de entretenimento chamada de lutas da Liça. Enquanto as pessoas clamam por qualquer chance de uma paz duradoura, Kamahl, um guerreiro bárbaro, desce dos planaltos em busca de glória nas Liças. Ao invés disso ele encontra um artefato que o leva a uma jornada que nunca irá esquecer.
 
 
 
Centauros e Nantukos : Os novos guardiões da Floresta de Otaria.
 
Polvolídeos (Cefálidas) : Criaturas aquáticas que pretendem inundar a superfície .
 
Avianos : Aliados com a Ordem querem a destruição de todos os artefatos.
 
A Cabala : Manipuladores que utilizam vapores mágicos para encantar as criaturas.
 
Mirari : O artefato cobiçado por todos.
 
Kamahl : Campeão das Liças.
Como o Sapo estava ao postar: Tentando ganhar dinheiro
O que o Sapo pensava enquanto postava: Tenho de conseguir o resto da história
Publicado pelo Sapo mesmo: Sapo às 21:25
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Carmen San Diego

 

Há muito tempo atrás, no primeiro curso de informática que eu fiz, na época do Windows 3.11, aonde tudo era feito pelo MS DOS por comandos (e eu adorava); ao invés de eu estudar o que era ensinado, eu ia ao curso para jogar basicamente dois jogos: Carmen San diego e Duke Nukem.

Até hoje não topei com uma só pessoa, com algum grau de inteligência, que não gostasse do desenho animado Carmen San Diego. O mais maneiro é que além de ser um dos mais educativos, pois, a quantidade de cultura geral passada ali era enorme, também era muito divertido. Sem contar que a idéia é fenomenal, ter uma ladra que rouba o que quiser sem usar força nem violência, apenas sagacidade e estratégia, é fantástica.

 

 Revirando as minhas bugigangas, tive sorte e encontrei uma velha versão do jogo para PC (muito foda), puro raciocínio lógico. E como estou postando músicas de antigos jogos, por que não postar os própios jogos?

 

 Neste post vai o jogo Carmen San Diego, aonde você encarna um detetive que segue a bandida pelo mundo, atrás de pistas para capturá-la (muito foda mesmo). Sintam-se à vontade para fazer o download e se divertir de montão (Supimpa!!!).

O jogo completo está contido em oito arquivos disponibilizados abaixo, é só clicar e baixar. Divirtam-se!!!

 

 

Aplicativo do Jogo Carmen San Diego

Arquivo do Jogo Acme

Arquivo do Jogo Carmen

Arquivo do Jogo Cidades

Arquivo do Jogo Diginsd

Arquivo do Jogo Gameo

Arquivo do Jogo Midinsd

Arquivo do Jogo Ocme

 

Como o Sapo estava ao postar: Fodônico
O que o Sapo pensava enquanto postava: Muito mais foda ainda
Publicado pelo Sapo mesmo: Sapo às 22:00
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