Domingo, 23 de Dezembro de 2007

Planinautas

O Planinauta louco

                                    Urza, o mais famoso dos Planinautas

                       

                      Navegadores dos planos

 

Estranhas criaturas. Com somente um pensamento, eles podem viajar entre mundos, cobrir grandes distâncias num piscar de olhos, então retornar antes mesmo que você saiba que eles foram. Mas além deste poder maravilhoso e sem igual, eles também são grandes spellcasters, lutadores poderosos, mestres do metamorfismo, e cientistas loucos.

Tão diferentes quanto grãos de areia em uma praia, estes seres superpoderosos compartilham duas coisas. O primeiro é a Faísca, ou aquelas coisas excepcionais que os diferenciam do resto das criaturas do multiverso e os fazem capazes de ascender a um estado que só está abaixo de um deus. Se você tiver isto, então você pode se tornar um planinauta. Se você não tiver, então você não pode. É simples assim.

O segundo é uma semente de loucura. Planinautas variam em nível de poder e em suas sombras de insanidade. Alguns são bastante funcionais e interagem com seres mortais sem causar muito dano. Outros, como Urza, são como mamutes que não sabem o quanto eles realmente são grandes e acidentalmente pisam em tudo e espremem até a polpa.

 

Aqui está uma lista de alguns dos mais proeminentes planinautas da história de Dominária.

 

Bo Levar: Morto. Ele era um contrabandista de charutos e capitão de barco. Quando ainda era mortal, Bo Levar era um pirata do continente de Terisiare. Ele foi capturado na explosão do término da Guerra dos Irmãos e ascendeu-se logo depois disso quase ao mesmo tempo em que Urza. Enquanto ele estava vivo, era conhecido por manter companhia com os tritões na colônia dos artistas de Eliterates e também com os comerciantes e piratas de Mercádia e Urborg. Ao término da invasão, ele se sacrificou para salvar seus amigos tritões, e neste dia eles cantam canções e recitam poemas sobre seu cavanhaque estufado e seus famosos, subaquático-ardentes cigarros.

 

Daria: Morta. Daria era filha de Taysir. Ela acompanhou as cruzadas de Urza nas profundezas de Phyrexia. Embora fosse bastante poderosa, ela foi traída por Tevesh Szat e morreu antes de eles ativarem a primeira Soul bomb (bomba de alma).

 

Dyfed: Morta. Dyfed era a misteriosa planinauta que se aliou à Yawgmoth quando ele traiu os Thran e criou uma doença para controlar a população. Foi Dyfed que mostrou para Yawgmoth novos mundos, inclusive Mercádia. Ela, eventualmente, facilitava os movimentos de Yawgmoth a Phyrexia ajudando-lhe, criando um portal planar. Yawgmoth a traiu e em uma tentativa de remover sua faísca de planinauta, o líder de Phyrexia a matou, cortando-a em pequenas partes e a desmontando pedaço por pedaço.

 

Freyalise: Viva. Embora ela realmente não seja uma deusa, muitos dos elfos a adoram como tal. Ela provocou o fim da longa Era Glacial em Dominaria e participou da luta em Phyrexia com Urza e seu grupo. Atualmente ela está fora, andando pelo multiverso, entretanto sabe-se que vez ou outra ela pára para visitar os elfos em Keld.

 

Glacian: Morto. Ele era o gênio cujas invenções trouxeram a elevação dos Thran à grandeza. Ele deixou sua marca em Dominária desenvolvendo e criando a mana rig em Shiv que proveu a tecnologia e o metal Thran para construir coisas como os ajustes para o navio vivo Weatherlight e a própria Null Moon. Embora ele nunca ascendeu de forma tradicional, sua essência foi transferida nas Might - e Weak - pedras onde ele sobreviveu o resto dos seus dias. Quando estas pedras foram fundidas na cabeça de Urza, era a voz de Glacian que constantemente atormentava o planinauta já meio-louco.

 

Guff, Comodoro: Morto. Comodoro Guff era o guardião das grandes bibliotecas e um extraordinário escritor de ficção. Se ele tivesse percebido sua verdadeira extensão de poder, Comodoro Guff poderia ter sido o ser mais poderoso que Dominária tivesse visto. Mas em vez de se transformar num ser maligno, ele usou seus poderes somente para o bem. Ele se sacrificou ao término da invasão de Phyrexian para salvar o plano. Ele foi tragado por uma grande nuvem preta de Yawgmoth que o apagou assim como apagou seus livros de história.

 

Karn: Vivo. O homem de metal ascendeu nos momentos que procediam à invasão de Phyrexia. Uma das mais recentes ascensões, Karn ainda está na sua infância como um planinauta. Ele criou seu próprio plano, feito inteiramente de metal (Mirrodin), e agora está explorando suas novas visões e descobrindo como usar seus novos poderes.

 

Taysir: Morto. Até sua morte, Taysir era o mais velho, talvez o mais poderoso planinauta vivo. Ele pereceu nos intestinos de Phyrexia junto com sua filha.

 

Teferi: Vivo. Teferi cuidou dos feiticeiros da escola de Urza em Tolaria. Embora ele seja talvez o mais suave e socialmente educado planinauta que o multiverso alguma vez viu, ele teve a ascensão mais dolorosa e traumática de todos, sem dúvida. Pego na explosão quando a experiência da máquina de tempo de Urza foi fracassada, Teferi foi apanhado em uma bolha de tempo-lento durante quase quarenta anos. Pior, durante todo aquele tempo ele estava em chamas, vivendo o horror da explosão em tempo-lento durante quatro décadas inteiras. Quando a invasão chegou, ele phased uma grande porção do continente de Jamuraa e a terra de Shiv para outro tempo, salvando-os de Yawgmoth. Ele reside lá agora.

 

Tevash Szat: Morto. Tevash Szat era o Lord Dragão Negro. Completamente mal, ele traiu vários dos outros planinautas que ajudaram Urza durante a invasão em Phyrexia. Infelizmente para Szat, Urza tinha se antecipado e matou o planinauta do dragão usando a essência maligna de Tevash para abastecer as Soul Bombs que seriam usadas para destruir o mundo de Yawgmoth.

 

Urza: Morto. Definitivamente sobre este é o que mais se escreveu, talvez o mais repugnante, e indiscutivelmente o planinauta mais importante da história do Magic, Urza foi muitas coisas para muitas pessoas. Sua história é muito longa e envolvente para cobrir tudo em resumo, mas se existe uma coisa que o separa dos outros são 4.000 anos de longa obsessão por Yawgmoth e a eventual invasão a Dominária. Para todos, sua loucura e todas as dificuldades que ele causou às pessoas mortais, foram redimidas no fim da invasão Phyrexiana, quando ele se sacrificou para explodir Yawgmoth e retirar sua praga Phyrexiana do mundo, salvando aqueles que sobreviveram ao longo massacre.

 

Weatherlight: Morta. Era a matriz de planeshifting que deu para o grande navio vivo o poder para mover-se de um plano para outro próximo. Quando Urza se sacrificou para salvar Dominária como era típico ele causou vários efeitos colaterais. A explosão que incendiou a escória do plano também queimou o espírito vivo de Weatherlight.

 

Windgrace, Lord: Vivo. A forma favorita de Lord Windgrace era a de uma gigante pantera negra. Considerando que Teferi não tomou parte, Lord Windgrace era o planinauta mais bem-ajustado entre aqueles que invadiram Phyrexia. Seu paradeiro exato é desconhecido, mas ele foi visto por último em Hurloon entre os minotauros.

 

Mas nem todo mundo de importância na história de Dominária era um planinauta. Rumores abundam sobre esses poderosos mortais que realizaram tanto que era pensado que eles eram mais que só homens. O irmão de Urza, Mishra, e o Dark Lord Yawgmoth estão entre esses.

 

Mishra: Morto? Ao término da Guerra dos Irmãos, o demônio Phyrexiano Gix seduziu Mishra. Ele lhe ofereceu poder, e o fraco homem mortal levou tudo que ele poderia levar. Mishra viajou a Phyrexia como fizeram muitos não planinautas ao longo da história e ele lhe concedeu muito poder físico e acessórios de metal de vários clérigos. Mas nunca conseguiu ascensão. Durante a invasão de Phyrexia a Dominaria, Urza desceu profundamente na própria Phyrexia. Quando ele se aproximou do núcleo, ele encontrou uma criatura erguida por uma pedra, a pele esfolada do seu corpo sempre sendo torturado por Yawgmoth. Para Urza, este homem se parecia muito com Mishra. Realmente, ele sabia coisas que só Mishra poderia saber. Mas em vez de salvar Mishra, Urza moveu-se para achar Yawgmoth, assim nós nunca saberemos com certeza se o que ele viu realmente foi o irmão dele, ou uma invenção da sua imaginação atormentada.

 

Yawgmoth: Morto? Embora o senhor do escuro quisesse mais que qualquer coisa o poder para ascender e se tornar um planinauta divino, ele nunca teve a faísca. Mas para um mortal, ele realizou feitos que nem planinautas puderam fazer. Até hoje não se sabe do paradeiro dele completamente. Alguns dizem que ele morreu quando aquela explosão de mana branca, focalizada pelo navio voador Weatherlight, o golpeou abaixo e o forçou a Dominária. Mas ninguém pode dizer com certeza absoluta se ele está vivo ou morto.

 

Como o Sapo estava ao postar: Pombas nenhuma pra fazer
O que o Sapo pensava enquanto postava: Madrugada na casa do Max
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Julgamento

Julgamento é a última edição do bloco de Odisséia, impossível de ser esquecida por causa de sua temática nova, aonde as cartas vermelhas davam a opção do oponente tomar dano em troca da não realização do seu efeito, quem nunca ficou furioso quando o oponente anunciava um Intimidar e você se via entre a cruz e a espada, outras cartas poderosas foram Despertar do Mirari e a maravilhosa Maravilha, que masacrava no Azul/Verde Loucura.

 

 Kamalh, Lutador da Liça

Kamalh, ainda na sua fase vermelha, nesta edição ele se torna uma carta verde

   

                                                             

                            Julgamento, 3º edição do bloco Odisséia

  

No final de Tormento, Kamahl partiu em meio à destruição com o Mirari. Kamahl retornou para as montanhas Párdicas com ele, sentindo-se modificado pelo seu poder, como todos os outros posuidores anteriores. Ele novamente encontrou-se com seu antigo mentor, Balthor, e sua irmã Jeska, e em seguida desafiou os líderes tribais reunidos, pelo controle de todas as tribos em um torneio na forma de combate. Neste meio tempo, Laquatus já tramava como obter o Mirari de Kamahl, encontrando-se forçado a aliar-se com ambas as Ordens, do Norte e a Cabala, para avançar em seus planos; apesar de que ambos grupos foram seriamente afetados pelos eventos de Tormento.

            Jeska e Balthor estavam preocupados com a sede de sangue e fúria incansável de Kamahl, mas ele não os ouvia. Assassinos da Cabala são enviados por Braids para obter o Mirari antes que seu novo "Aliado" Laquatus possa por as mãos nele. Na batalha pela supremacia sobre as tribos bárbaras, Kamahl corta fora o braço de um de seus oponentes principais (e um de seus amigos mais antigos) e quase o mata, causando uma separação entre as tribos que o seguem e as que se opoêm a nova ordem imposta por Kamahl.

             Balthor e Jeska concordam que o Mirari é a causa disto tudo, e Kamahl precisa abandoná-lo. Jeska e Kamahl lutam por ele, e Kamahl fere gravemente sua irmã. Isto o faz acordar da influência do Mirari, mas seu desespero o deixa sem ação quando os assassinos da Cabala invadem. Por sorte, o grupo liderado pelo velho amigo de Kamahl repele os intrusos, e promete cuidar de tudo enquanto Kamahl leva Jeska para a floresta Krosana, atrás de ajuda. Mas Laquatus, a Ordem e a Cabala estão em seu encalço.

Após muitas trilhas, Kamahl e Bathor encontram Seton na floresta; Balthor fica para trás para lutar contra as novas forças liderados por Laquatus. Balthor é morto pelo Campeão de Laquatus, após mesmo causar-lhe um ferimento mortal. Seton, enquanto isto, treina Kamahl nos ensinamentos do verde, e promete fazer o que for possível por Jeska. Ele envia Kamahl para o coração da Floresta para falar com os Nantukos, e os ensina como atravessar a floresta sem quebrar o balanço da natureza. Para Laquatus as coisas se complicam.

             Imperatriz Llawan dizimou seu exército posterior, e a tênue aliança com a Ordem e a Cabala está começando a ruir, então ele busca novas traições, até mesmo quando as forças combinadas tomam de assalto a floresta para encontrar Kamahl e o Mirari, mas são continuamente repelidas. Como se isto não fosse o bastante, Laquatus é assolado por um ataque misterioso de um oponente desconhecido.

Kamahl, que agora está devotando-se ao verde, segue para vila dos Nantukos, onde ele tem uma audiência com o Mestre dos Nantukos, Thriss, que avança os ensinamentos de Kamahl no caminho do verde. Fora da floresta, Imperatriz Llawan informa a Cabala e a Ordem de como Laquatus utiliza-se de suas traições e descobrem sua manipulação. Eles o abandonam para obter o Mirari sem ele. Ele ainda possui o que restou de suas forças leais, e mesmo assim, ele ataca.

Mas ele então descobre quem é seu oponente desconhecido: Balthor, reanimado por Braids como um zumbi. Ele, as forças de Laquatus, e Kamahl colidem numa batalha épica. Kamahl é forçado a matar seu velho mentor, o que o leva a um confronto final entre ele e Laquatus. Kamahl desfere um golpe final em Laquatus, prendendo-o ao chão com sua espada, a qual possue o Mirari anexado a seu cabo. O resultado: Um clarão de energia explode do Mirari, que recobre toda a Floresta Krosana, deixando-a ainda mais verde e viva do que antes. Satisfeito, e agora inteiramente convertido ao verde, Kamahl retorna para o lar de Seton onde lá o encontra morto, e Jeska desaparecida. Os problemas de Kamahl ainda não acabaram...

 

 

 

 

 

Como o Sapo estava ao postar: Com o rosto suado
O que o Sapo pensava enquanto postava: Chega logo essas férias
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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Tormento

Continuando a série dos picotes sobre a história de Magic, agora é a vez da coleção Tormento, uma das melhores na minha opinião, principalmente por ter lançado uma das habilidades mais maneiras de se jogar: Loucura, onde você pode jogar suas mágicas no momento em que vai descartá-las, abrindo um leque sem fim de possibilidades e combos. Ninguém que jogou nesta época é capaz de esquecer cartas como Rizowalla Preguiçoso (por ironia, é uma das criaturas mais rápidas já lançadas), Mestiço Selvagem, Rugido do Worme e Lógica Circular; que eram a base para um dos baralhos mais fortes da época: o Loucura verde/azul (UG Madness).

  

Tormento, a edição dos pesadelos

 

Os Invocadores de demência são seres treinados pela Cabala para chegar até os confins de sua psiquê e liberar os monstros mais aterradores baseados em seus próprios medos mais profundos e a mais obscura imaginação. Estes magos vagam pelo mundo procurando observar animais e monstros para mais tarde arrancá-los de suas memórias como aberrações distorcidas de suas formas originais. Algumas vezes eles podem até mesmo absorver a essência vital de uma criatura que eles mataram, prendendo-as em suas mentes e utilizando-os mais tarde como a base de invocações grotescas. Inevitavelmente, passar tanto tempo aperfeiçoando o lado sombrio de suas mentes tem um custo terrível na sanidade dos invocadores de demências. Todos os invocadores são loucos; de fato, muitos se tornam tão insanos que adquirem um estado vegetativo. Mas alguns, como Braids, mantêm o bastante de seu raciocínio para continuar a servir a Cabala e lutar nas liças. Estes invocadores de demência são os mais perigosos de todos, pois eles combinam inteligência, são imprevisíveis e psicóticos.

A Cabala lucra no mercado de trocas e jogatina que provém de suas lutas nas Liças, e então dai seu interesse em criar monstros cada vez maiores e melhores, para fazer com que os próximos horrores sejam mais cruéis e horríveis do que os anteriores. Monstros diabólicos atraem multidões, as quais fazem apostas, as quais dá a Cabala mais dinheiro. Eles estão sempre de olho na próxima "estrela" da arena, o próximo invocador que irá levar seus lucros às alturas.

Um homem chamado Chainer tinha esperanças de se tornar um dos invocadores de elite. Em seu coração ele era uma boa pessoa, mas eles simplesmente não tinham para onde ir e ninguém que se importasse. Ele veio para a Cabala atrás de um emprego e uma família, e a Cabala o recebeu de braços abertos, alimentando-se de sua solidão. É claro, a Cabala também deu boas-vindas ao presente que Chainer trouxe com ele, uma misteriosa esfera de cristal que ele havia encontrado em algumas ruínas abandonadas.

A esfera, conhecida mais tarde como o Mirari estava repleta com poder místico, um poder que o patriarca da Cabala estava ansioso para explorar. Ele estava igualmente ansioso para explorar Chainer, que possuía um enorme talento-nato para invocar as demências.

Chainer iniciou seu treinamento como um conjurador, aprendendo a conjurar poderosos horrores beirando sua sanidade. Seu talento rapidamente o trouxe para as lutas principais das Liças e lhe deu muito prestígio. Durante o curso de sua empreitada, Chainer encontrou Kamahl, um bárbaro das Montanhas Párdicas que veio para as liças para conquistar um nome por si mesmo. Os dois rapidamente se tornaram amigos, e mais tarde, aliados na arena. Chainer admirava Kamahl por sua força e selvageria, enquanto Kamahl respeitava Chainer por sua ambição e talento.

Após algumas lutas, o Patriarca deixa Chainer usar o Mirari. A esfera mágica amplia o poder de chainer milhares de vezes, permitindo a ele criar uma nova linhagem de monstros: As criaturas-pesadelo. Todos os invocadores de demência são capazes de criar horrores poderosos, mas a nova criação de Chainer é algo ainda mais horrivelmente poderoso do que qualquer um já foi capaz de imaginar. Criaturas-pesadelo são tão aterradoras que eles são literalmente capazes de arrancar os medos daqueles que os vêem. Algumas vezes este medo induzido drena as magias da mente de um mago; ou drena completamente sua essência vital, ou corta sua conexão com uma criatura conjurada. Apesar do medo rapidamente recuar após o pesadelo partir, as cicatrizes mentais podem durar por uma vida toda. Estes pesadelos são as criações que garantiram a Chainer sua posição de destaque dentro da Cabala.

Com o tempo, Chainer ganhou mais e mais poder dentro da organização. Ele foi até mesmo escolhido para criar uma criatura-pesadelo para o mais novo aliado da Cabala, Embaixador Laquatus, infelizmente, o misterioso Mirari rapidamente manifestou sua influência corruptível novamente.

Chainer se embriagou com o poder do Mirari. Combinado com o uso constante de seu lado sombrio para as invocações de demência, sua sanidade rapidamente começou a ruir. Enquanto suas criaturas-pesadelo ficavam cada vez mais fortes, sua noção da realidade e sua moral ficavam cada vez mais fracas. Ele gostou de desfrutar do poder que tinha sobre a vida e morte, e desenvolveu uma intolerância em usar este poder. Quando a Ordem do Norte iniciou uma cruzada contra a Cabala, Chainer liberou um pesadelo especial em uma das enfermarias de campo da Ordem. Esta criatura liberou enxames de insetos carnívoros que dolorosamente mataram cada alma viva no hospital. Tal ato de brutalidade de Chainer seria inimaginável antes, mas sob o poder do Mirari, tudo e qualquer coisa pode ser possível. Kamahl, que já havia sentido a força do Mirari, percebeu a ruína de seu amigo, mas ainda tinha esperanças em trazê-lo de volta ao caminho certo.

Infelizmente, Chainer ficou tão corrompido com o poder que Kamahl não era mais capaz de ignorar o que estava acontecendo. Graças ao Mirari, a loucura de Chainer estava crescendo, se espalhando através do continente. Ela até mesmo já estava infectando as feras da terra-natal de Kamahl, as montanhas Párdicas. Elas estavam sofrendo mutações virando paródias das formas das criaturas-pesadelos. O Mirari amplifica ao extremo a personalidade básica daquele que o possui, e Chainer não era exceção. Ele conseguiu poder bastante para exilar o Patriarca e instaurar-se como o novo líder da Cabala. Chainer não se importava mais com as outras pessoas, nem mesmo com seu bom amigo Kamahl, e estava pronto para deixar sua horda de criaturas-pesadelo tomar o continente. Kamahl estava diante de uma dura decisão: Iria ele assistir Otaria cair nas trevas, ou iria ele trair um dos únicos amigos que tinha?

Em meio a este caos outros eventos ainda estão se desenrolando: Embaixador Laquatus faz seus planos para destronar Lawan, a Imperatriz e viúva de Abosha. Seton, o protetor da floresta Krosana, prepara seu povo para guerra. Após a morte de Pianna e Kirtar, o aviano Teroh, novo líder da ordem quer vingança contra os supostos assassinos dos antigos líderes da ordem: a Cabala e Kamahl.

 

Na ilustração: Chainer, Mestre da Demência

                   Capa do livro que conta a história da coleção

O Mirari, um dos mais poderosos artefatos já criados, está agora nas mãos da sinistra Cabala. Através de seu poder, e através de sua influência de atração, o Patriarca da Cabala esta determinado em utilizá-lo da melhor forma possível. Ele o coloca como prêmio nas lutas, desafiando que os melhores guerreiros em Otaria o ganhem. Muitos atendem ao apelo, incluindo Kamahl, que jurou obter o Mirari de qualquer forma. No caminho de sua jornada, ele encontra-se novamente com Chainer, um jovem invocador de demências, que ele encontrou logo que chegou nas liças. Os dois reafirmam sua antiga amizade, e se unem para que ninguém mais além dos dois obtenha o Mirari.

Kamahl precisará de ajuda. Seu amigo Seton partiu, retornando para as profundezas da Floresta Krosana para informar o que ele havia visto, e preparar seu povo para guerra. Embaixador Laquatus, ainda aborrecido por sua falha em manter o Mirari, redobrou seus esforços em tomar o controle tanto do Artefato quanto do Império dos Cefálidas. Desta vez, ele terá um forte opositor: Llawan, a viúva sagaz e conivente de Aboshan, que retornou de um longo exílio para retomar o trono de seu marido.

Major Teroh, o novo líder da Ordem, está enfurecido com a perda de seus comandantes e a fortaleza nas áreas ao Norte. Ele jura vingança contra Kamahl, o qual ele acredita ser o responsável pela destruição da fortaleza. Ele também inicia uma cruzada massiva contra a Cabala, determinado a varrer sua influência em Otaria de uma vez por todas.

 

Como o Sapo estava ao postar: Feito a barba a seco
O que o Sapo pensava enquanto postava: Não tenho uma foto decente
Publicado pelo Sapo mesmo: Sapo às 14:42
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