Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

Killer Instinct, Kuts from Core

Demonstração do Kombo de 80 hits

Arrumando a minha bagunça (na verdade estava refazendo a bagunça que minha mãe fez o favor de desarrumar), encontrei um tesouro de valor incomensurável, um CD do antigo jogo para Super Nintendo Killer Instinct. Quem é das antigas, lembra que o forte deste jogo fodônico, é o sistema de combos, onde oficialmente é possível chegar aos 46 hits (acho que eu conseguia algo assim com a Orchid) levando em consideração o Ultra combo; mas existem registros absurdos de combos de até 80 hits.

 

Como o Killer Kuts from Core, (é assim que se intitula o disco compacto) está novinho, as músicas continuam com a mesma qualidade, então para surpresa de todos e alegria geral da nação, resolvi disponibilizar o conteúdo do disco para download para quem quiser pegar. Devo colocar tudo em dois ou três posts; como copiei o conteúdo com a melhor qualidade que consegui, os arquivos ficaram um pouco grandes, cerca de 5mb cada faixa, mas vale a pena.

 

Aqui estão elas. Para baixá-las, você deve precisar de uma licença especial da Microsoft, por causa das especificações de segurança que eu apliquei, mas o seu próprio navegador deve buscá-la automáticamente e baixá-la em menos de um segundo, recomendo fazer backup da licença no seu computador, para não precisar pegá-la toda vez que baixar uma música.

 

K.I. Feeling

The Way U Move

Controlling Transmission

Oh Yeah

 

Como o Sapo estava ao postar: Killer Sapo
O que o Sapo pensava enquanto postava: Acabaram-se as provas...
Publicado pelo Sapo mesmo: Sapo às 22:22
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Magic: the Gathering ou Capitalismo Selvagem?

                      

Pequena junção de imagens, sobre a próxima edição de Magic, baseada na mitologia celta

Ainda me lembro como se fosse ontem...

 

Dias e dias que passei no rainha/prezunic/sendas como diz o Phill, me divertindo horas e horas jogando Magic . O Alberto como esbanjava dinheiro na época, comprava um booster por semana, o Léo e o Anderson viam da ilha do Fundão para passar o dia todo, de 1h até 4h, 5h, até mesmo 6h da tarde jogando o inigualável mesão de seis a sete pessoas (uma partida): Léo, Anderson, Fábio o cabeludo (na época ele usava black power e acho que usa até hoje), Ricardo que reencontrei no semestre passado, Caio (já falecido), Alberto, algum outro que porventura eu tenha esquecido e eu. Esse era o mesão, cada um por sí, mas é claro que tinha as patotas; no um contra um também apareciam o Presuntinho, Rafael Martins, Jonatas Santiago, Ronaldo Santiago (também conhecidos como "Os irmãos Santiago"), Henrrique o gordo (exporádicamente), Alguns moleques de Santa Cruz da Serra (acho eu), o Jorge (que levou a gente pra delegacia várias vezes para denunciar as expulsões constantes do rainha/prezunic/sendas), Pokémon : o sujo e mais meia dúzia de tokens que fazíamos questão de mantar.

 

Mas, quando começamos a jogar, lembro-me que o booster era  R$7.00 e ainda tinha uma promoção de umas edições mais antigas por R$4.50, e quando paramos de jogar, aliás, acho que paramos por causa disto, o booster do nada foi a R$11.00, estava começando a era negra do Magic. Um fato que me assustou muito foi à valorização repentina das cartas, pois fiquei sem jogar por um ano (parei assim que saiu Investida e voltei em Mirrodin), quando voltei as cartas comuns que eram R$0.25 estavam de R$0.50 à R$1.00 e as incomuns que eram R$0.50 estavam de R$1.50 à R$3.00 sem falar das raras.

 

Mas o caso principal do porquê coloquei o capitalismo selvagem, foi o fato da Wizards of the Coast, fabricante do jogo, mostrar que está disposta a sacrificar algumas das tradições milenares do Magic para conseguir vender mais. Veja bem:

 

Era muito difícil na época conseguir completar uma edição toda, pois eram muitas cartas lançadas a cada seis meses, e olha que trocávamos cartas uns com os outros todos os dias, mas por puro sanguessuguismo a empresa decidiu abreviar esse tempo, lançando cada expansão a cada quatro meses, agora somente a aristocracia consegue completar suas coleções, os ricos já desistiram. Mas o que importa as nossas coleções de cartas colecionáveis se o lucro da empresa é adiantado?

 

Pode parecer besteira minha, mas o fato de às lendas serem reeditadas pode ajudar a comprovar isto. Quando um token me perguntava antes por que às lendas não voltavam, eu tinha todo o trabalho de explicar que elas representavam personagens históricos do jogo e por isso, só poderiam existir em um período de tempo, mas na coleção espiral do tempo, esse paradigma foi por água a baixo, às lendas voltaram e com uma classificação diferente: Mega raras, com a cor roxa elas valorizaram muito a compra dos boosters. E não satisfeitos, eles desandaram geral, voltando tudo que é de mais foda (e que nunca deveria voltar) na décima edição. Vale muito mais comprar um booster agora do que antes, visto que, a chance de tirar cartas muito valiosas aumentou bastante.

 

Era fato que a Wizards tinha planejado deixar o Magic mais lento, pois com a não reedição dos terrenos de pin (Era Glacial e Apocalípse) em oitava edição e com a volta dos terrenos de tap (Invasão), o jogo dos baralhos com mais de uma cor iria dar uma freada, eu mesmo tinha adorado, por causa da idéia do custo benefício; se o seu baralho tem várias cores, então ele possui muitas habilidades diferentes, em compensação a velocidade decai, quer dizer, decaía. Com a chegada de nona edição todos os 10 terrenos pin voltaram (vale ou não comprar um booster?) e não parou por aí, Ravnica uma das melhores edições já lançadas, trouxe os espetaculares Terrenos dual muito melhores que os pin, tanto é que saíram valendo um absurdo, eu mesmo passei dois desses para o Marcos da POW Games por R$40.00 na época (terrenos que o Gabriel tinha tirado no booster). Nesta época era impossível comprar booster de Magic, simplesmente porque não tinha e os que chegavam, já vinham encomendados.

 

Não estou com isso dizendo que a Wizards não pode visar o lucro, até mesmo porquê é isso que a caracteriza como capitalista, da mesma forma que 99,9% das empresas no mundo, mas o que contesto é que acho ganância em demasia, a mudança dos próprios conceitos básicos da empresa que regira tão bem o jogo desde 1993, para poder lucrar alguns dólares a mais (lê-se muitos dólares a mais). Se ela quer mudar para ganhar, eu apóio e acho que é válido para qualquer um, mas mexer em algo tão bem consolidado como estava, é demais! O jogo estava redondinho, todo mundo conseguia jogar na boa e ter as suas cartas, mesmo que poucas, agora é impossível. Já ouvi dizer que em time que está ganhando não se mexe, acho que eles esqueceram disso. Sorte que a maioria dos jogadores ainda não se deu conta, mas não acho que vai demorar muito, visto que, a própria empresa parece estar tomando medidas para tentar remediar um futuro apagão nas vendas, o booster de R$13.00, do nada foi para R$10.00 e com boatos que vai cair mais.

 

Da forma que for, eu não me vejo parando de me divertir com o jogo que é um dos melhores, se não for o melhor; só me resta esperar que a empresa entenda que um jogo de raízes como é o Magic, que já aguentou tantas crises, não pode simplesmente ter os alicerces constantemente mudados sem causar algum prejuízo, se não for na conta da empresa, pode ser na diversão dos jogadores que a sustentam...

 

Alguém aí se lembra do Pokémon, Spellfire, Yugi Hôôôô (acho que é assim que se escreve)...

O que o Sapo pensava enquanto postava: Homem primata, capitalismo selvagem hô, hô, hô
Como o Sapo estava ao postar: Torcendo para que não piore
Publicado pelo Sapo mesmo: Sapo às 21:20
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

Magic: the Gathering

Não aguento mais postar só sobre ciência e corpo humano, não vou parar, mas vou variar com outras ultilidades (e também coisas não tão úteis assim), porquê no mundo moderno, falar besteiras é fundamental...

 

Já faz um tempão que eu coleciono as estampas do jogo Magic: the Gathering, é um ótimo passatempo; além de distrair, estimula o gênio criativo e o raciocínio lógico por ser um jogo de estratégia e não de pura sorte (e também rende algum dinheiro na hora do aperto).

 

Mas umas das coisas que eu mais gosto no jogo, são as histórias. Aventuras fantásticas em um mundo de fantasia e tudo muito bem bolado e com coerência. O único problema é conseguir essas histórias, há muito tempo venho caçando em livros, artigos, na WEB, com conhecidos viciados enfim... faço o que posso para conhecer e já tenho algumas partes de algumas histórias; umas conhecidas outras nem tanto. Vou começar a postar o material que eu tenho, e tentar fazer isso na ordem cronológica dos acontecimentos (se for possível).

 

Neste primeiro post, dar uma leve pincelada sobre o que é o jogo:

 

Magic: o início
 
 
No jogo de cartas colecionáveis Magic: The Gathering, você controla as cinco cores do que é chamado de MANA (Branco São Planícies, Azul são Ilhas, Preto são Pântanos, Vermelhos são Montanhas e Verde são Florestas) a fim de criar um deck (baralho) que represente sua estratégia para conquistar a vitória. Cada cor representa diferentes atitudes e filosofias ao combinar Criaturas, feitiços, e itens mágicos que compõem o ambiente da cor.
 
Quando você compra Magic, você compra decks ou boosters de séries que são chamadas de Edições, (como a décima edição que foi a última a ser lançada, onde velhas cartas sofreram mudanças e a arte delas foi toda refeita) e Expansões, (como Investida onde são adicionadas novas habilidades regras e conseqüentemente aprimorando e atualizando o jogo que continua sempre crescendo e evoluindo).
 
Outra coisa legal de Magic é que cada Edição e Expansão vão contando um pouco da história, do reino de fantasia onde se passa o jogo, com tramas como guerras místicas, conquistas, intrigas e aventuras de personagens fantásticos como guerreiros, magos, reis, monstros e muito mais.
 
Conhecendo um pouco das Edições e Expansões:
 
Alpha, Beta e Unlimited
 
Alpha foi a primeira edição de Magic, continha 295 cartas todas com borda preta e foram vendidas na GenCon, em agosto de 1993, uma feira norte Americana de RPGs. Esta edição de tiragem limitada foi vendida inteira no mesmo dia de lançamento, logo foi criada e edição Beta, continha as cartas da Alpha, algumas modificadas, e mais algumas cartas novas totalizando 302. Depois veio Unlimited, que continha Alpha e Beta, mas com a borda branca.
 
 
Cartas Famosas de Alpha:
 
SERRA ANGEL e HURLOON MINOTAUR
 
 Vingador de Serra      Minotauro de Hurloon
 
 
 
Arabian Nigths:
 
Primeira Expansão limitada, composta de 76 cartas, 26 comuns 51 incomuns e um terreno (montanha) todas baseadas nos contos das 1001 noites, também havia 14 cartas com sutis diferenças que eram chamadas de variação "a" e "b", por isso alguns colecionadores contam a expansão como tendo 92 cartas
 
Cartas Famosas:
 
 JUZAM DJINN e RUKH EGG
Gênio juzam      Ovo de Rukh       
 
 
 
Antiquities:
 
Lançada em março de 1994, com 100 cartas, trouxe o conflito entre os irmãos Urza e Mishra pela supremacia do continente de Terisiare. Foi a primeira expansão do ciclo dos artefatos (cerca de 60% das cartas eram artefatos), e a primeira a criar uma mitologia complexa, sendo que os Irmãos se tornariam personagens famosos de Magic.
 
Cartas Famosas:
 
MILLSTONE e MISHRA'S FACTORY
 
Fábrica de Mishra
Revised:
 
Lançada em abril de 1994 veio completamente diferente das outras, com borda branca e varias cartas com o texto revisado e arte trocada, algumas regras mudaram, tinha 306 cartas sendo a maioria de Unlimited e alugumas de Arabian Nights.
 
 
 Legends:
 
Como qualquer outro mundo, Dominaria (onde se passam as historias de Magic) tem suas Lendas e nessa expansão nos conhecemos Johan, Gabriel Angelfire, Sivitri Scarzam, Hunding, e muitos outros.
 
Legends contém 310 novas cartas para Magic: The Gathering sendo 121 Raras, 114 incomuns, e 75 comuns.
 
Lançada em Junho de 1994, Legends foi originalmente planejada como sendo o primeiro set completamente independente das outras edições, ao invés disso ele evoluiu para uma coleção de 310 cartas com algumas das mais poderosas já criadas para Magic.
 
Também foi a primeira expansão a trazer cartas de borda dourada, com custo de mana multicolorido; cartas que quando bloqueadas seu poder aumenta e terrenos únicos com o status de lendários.  
 
Cartas famosas:
(note a semelhança de Johan com Darth Maul de Guerra nas Estrelas Episódio I)
 
JOHAN e STANGG
Johan         Stangg
The Dark TM:
 
A quarta expansão de Magic, lançada em agosto de 1994, continha 119 cartas focadas em magias poderosas, sendo que a historia se passa depois da guerra entre Urza e Mishra, onde emerge uma caçada brutal a todos os praticantes das artes místicas, por caçadores de bruxos, e desta batalha emergiram terríveis criaturas.
 
Cartas famosas:
 
LEVIATHAN e BALL LIGHTNING
 
 Leviathan         Esfera de Raios
 

 

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